Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

CBDL participa de mesa redonda final do 51º CBPC

A Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial, CBDL, viabilizou as conferências de Kristin Pothier, vice-presidente mundial da Ernest Young Parthenon, e de Joe Zaccaria, vice-presidente do departamento de Life Sciences da empresa, no último dia do 51º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial, ocorrido no Auditório Elis Regina, Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

Com tradução simultânea, os especialistas falaram sobre as experiências mundiais da Ernest Young com o avanço das novas tecnologias no segmento de IVD na apresentação do painel “Crescimento e oportunidades para a Medicina Diagnóstica em um mundo convergente".

O evento prosseguiu com a realização de uma mesa redonda com o tema “A Interação da Medicina Diagnóstica”, com mediação de Wilson Shcolnik, diretor da SBPC/ML. Participaram do debate: Fábio Arcuri, presidente da CBDL; Alex Galoro, presidente da SBPC/ML; Florentino Cardoso Filho, presidente da Associação Médica Brasileira (AMB), José Fernando Vinagre, corregedor do Conselho Federal de Medicina (CFM) e Manoel Rocha, presidente do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR).

Fábio Arcuri, presidente da CBDL, comentou a respeito da relação custo-efetividade do setor e o conflito de interesses das indústrias acerca das novas tecnologias. “A indústria precisa das sociedades médicas para tentar entender o mercado e estabelecer parâmetros, embasados em estudos, que possam atestar uma melhor relação custo-efetividade”, declarou. Segundo o dirigente da CBDL, nos Estados Unidos e em vários países da Europa, há consenso entre as empresas e a academia, sobre os exames e a adesão de novas tecnologias e, deste modo, tudo é incorporado no sistema.

O presidente da CBDL também se pronunciou a respeito da necessidade de regularização dos testes Point of Care (POC). “Temos que interagir, como provedores dos testes rápidos, com a Anvisa, já que a Agência ainda não está afinada com o assunto e desconhece seu limite regulatório”, enfatizou. (Com informações da Oficina de Mídia, Assessoria de Imprensa da CBDL - 2.10.17)