Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

bioMérieux faz parte de projeto que vai identificar biomarcadores para zika, dengue e chikungunya

Encontrar biomarcadores que ajudem os médicos a identificar precocemente indivíduos propensos a desenvolver manifestações severas da dengue, zika ou chikungunya. Esse é o objetivo do projeto Arbobios, no âmbito do programa Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE). O projeto conta com o apoio da FAPESP, da Universidade de São Paulo (USP) e da bioMérieux.

No caso da dengue, o propósito é obter um biomarcador capaz de indicar quais pacientes correm mais risco de evoluir para a forma hemorrágica da doença e que, portanto, necessitam permanecer internados. No caso da chikungunya, a ideia é detectar indivíduos propensos a desenvolver inflamação crônica nas articulações – condição considerada incapacitante.

Já em relação ao zika, a meta é encontrar biomarcadores que permitam ao médico saber se uma criança terá problemas antes mesmo de eles aparecerem no ultrassom.

“Se conseguirmos encontrar esses marcadores, o passo seguinte será transferir o conhecimento para a produção de um teste que possa ser usado na clínica. Será uma grande oportunidade trabalhar em parceria com a bioMérieux. A FMUSP e o IMT estão realmente desejosos de manter este laço com o setor privado”, afirmou a coordenadora do projeto Arbobios, a professora do Departamento de Moléstias Infecciosas da FMUSP e diretora do Instituto de Medicina Tropical (IMT-USP), Ester Cerdeira Sabino, durante o lançamento do projeto, no dia 26 de outubro, na Faculdade de Medicina da USP (FMUSP).

Ainda durante a cerimônia, o vice-presidente de Assuntos Médicos e Científicos do Institut Mérieux, Marc Bonneville, destacou que a organização mantém laços com o Brasil desde a década de 1970, quando foi implantado o Programa Nacional de Combate à Meningite.

“O sucesso dessa grande campanha de vacinação fomentou muitas outras ações que estreitaram as relações entre o nosso grupo e o Brasil, que está entre os primeiros países onde foram criados centros de pesquisa e desenvolvimento. O lançamento do programa conjunto entre bioMérieux, USP e FAPESP que celebramos hoje é outro exemplo desta parceria privilegiada”, disse Bonneville.

Segundo Alexandre Pachot, chefe do Departamento de Descoberta de Biomarcadores e Diagnóstico Médico da bioMérieux, o projeto Arbobios está no “coração da estratégia” da empresa e ilustra a visão de seu fundador, Alain Mérieux, de investir nos países em desenvolvimento.

“Ainda há poucos biomarcadores usados na rotina clínica. Acreditamos ser uma área que precisamos profissionalizar e promover o link entre pesquisa e desenvolvimento”, afirmou.

Interessados em colaborar com o projeto Arbobios podem entrar em contato com os pesquisadores pelo e-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. (Com informações da Fapesp – 21.11.17)