Cartilha Antipirataria

Clique aqui, para ter acesso ao conteúdo da Cartilha Antipirataria lançada pela CBDL em setembro do ano passado. Com texto simples e objetivo, a cartilha responde o que é, e como reconhecer um produto pirata. Além disso, informa sobre as consequências para quem pratica estes atos e o que fazer para denunciá-los.

 

 

Estudo sugere que gestantes refaçam testes para Zika

Um novo estudo, publicado na revista Emerging Infectious Diseases, revela que, mesmo com um resultado negativo, os testes moleculares na fase pré-natal para a detecção do vírus Zika, não é o suficiente para tranquilizar as gestantes. “Acompanhamos um grupo de gestantes com diagnóstico confirmado de Zika e testamos sua urina ao longo de vários meses, com intervalos de aproximadamente uma semana. Em algumas dessas mulheres, a carga viral na urina sumia e depois voltava a aparecer”, declarou o professor da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp), Maurício Lacerda Nogueira.  A pesquisa incluiu 13 grávidas, entre quatro a 38 semanas, que fizeram pré-natal no Hospital da Criança e Maternidade (HCM), em São José do Rio Preto, interior de São Paulo. Em uma das mulheres, o vírus foi detectado na urina depois de sete meses e, em cinco gestantes, o resultado voltou a dar positivo, após ter dado negativo em testes anteriores. “Esses dados sugerem que, durante a gravidez, o vírus continua se replicando na criança ou na placenta, que servem de reservatório para o patógeno. Porém, a carga viral nos fluidos maternos é intermitente e muito baixa, quase no limiar da detecção”, concluiu o  pesquisador. Das treze grávidas, três tiveram bebês com complicações causadas pelo Zika. (Com informações da Agência Fapesp – 2.10.17)